Arquivos Mensais: maio \26\UTC 2015

Cinco dicas para usar o Facebook como uma ferramenta de marketing

Digital marketing concept

Digital marketing concept

Segundo dados recentes divulgados no jornal Meio & Mensagem, o número de usuários do Facebook no Brasil chega a 89 milhões. Para que se tenha uma ideia do alcance do Facebook no país, imagine que a marca atingida pela rede social corresponde a 80% dos usuários da internet em todo o território nacional (107,7 milhões segundo a mesma publicação).

Analisando essas informações, seria ingenuidade que empreendedores encarassem a rede apenas como um meio de bater papo com os amigos ou se atualizar sobre seus interesses através do Feed. Mais do que isso, o Facebook pode ser uma excelente ferramenta de marketing e divulgação para seu negócio. Quer saber como? Acompanhe as cinco dicas abaixo que separamos para você!

1 – Crie uma página para seu negócio

Ter uma página no Facebook é o primeiro para passo “marcar território” no mundo das redes sociais. Mas atenção: não adianta criar uma página e não atualizá-la com conteúdos que interessem seu público alvo. Encare sua fanpage como uma parte importante do marketing de sua empresa, responda as dúvidas de seus clientes, fique atento ao português e observe páginas de concorrentes para entender melhor seu nicho de mercado.

2 – Faça campanhas

Uma boa notícia para os pequenos empresários: é possível divulgar sua marca no Facebook gastando pouco dinheiro. Crie campanhas direcionadas para o seu público alvo, defina quanto quer gastar – é possível fazer campanhas de fim de semana com R$10 ou R$20, por exemplo – e atraia fãs para sua página. Confira neste link, o passo a passo para criar uma campanha de anúncios no Facebook:http://www.escoladinheiro.com/2013/03/04/como-criar-uma-campanha-de-anuncios-no-facebook-para-ganhar-fas/

3 – Conheça seu público

Outra vantagem de se ter uma página bem estruturada na maior rede social do mundo, é o fato de que você poderá conhecer melhor seu público, e, a partir disso, adaptar sua linguagem comercial e criar promoções, além de conteúdos exclusivos para seus consumidores. Segundo Felipe Pereira, mestre em administração e especialista em projetos digitais, o Facebook oferece ferramentas interessantes para que você possa conhecer o perfil do seu cliente. “Verifique o seu cliente: o que ele mais curtiu, comentou e compartilhou nos últimos dias? O próprio Facebook oferece estatísticas para que você consiga identificar os tipos de postagens e os horários em que foram feitas, e, dessa forma, consegue fazer um planejamento de três, quatro meses de conteúdo”, comenta.

4 – Identidade Visual

A identidade visual é um fator importante para o sucesso de sua página na rede. Procure imagens com boa resolução, tenha um avatar com o logo de sua empresa e procure distribuir os conteúdos de sua fanpage de um modo coerente com a identidade de sua marca e de seus produtos.

5 – Adapte-se as mudanças

De tempos em tempos o Facebook passa por aprimoramentos. Uma dica essencial – que funciona também para outras redes sociais da internet – é procurar se adaptar a essas mudanças ao invés de ficar se queixando.  “No mundo atual é preciso se adaptar – e quem consegue fazer isso em menos tempo, sai na frente. Uma dica é entrar no blog da rede social (http://newsroom.fb.com/) pelo menos uma vez por semana, ali eles falam sobre as mudanças que foram/serão feitas e as explicam direitinho. E tenha sempre em mente que essas alterações não seriam feitas se não fossem para melhorar a rede social”, explica Felipe Pereira.

Além de todas essas dicas, procure explorar o Facebook com um olhar empreendedor e conhecer sem pressa as ferramentas que a rede social pode oferecer para o seu negócio. Caso você julgue precisar de uma leitura mais aprofundada para se sentir seguro, nós indicamos o e-Book “Marketing Digital para Empreendedores”, fornecido gratuitamente pela Endeavor Brasil.

Fique online e boa sorte!

Por: João F. Barros em MarketUP

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Revise suas estratégias para manter bons negócios em 2015

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O número de brasileiros que opta pela troca do trabalho em uma empresa para a montagem de um negócio próprio cresce consideravelmente no país. Desta forma é possível ressaltar que sem empreendedores não existirá desenvolvimento.

No entanto, vivemos atualmente momentos de muita movimentação e transformação em todos os segmentos da sociedade. A realidade econômico-financeira do país exige muita análise, cautela, objetividade e inteligência dos empresários e empregados, assim como dos empreendedores.

A análise de indicadores governamentais aponta para a diminuição temporária da geração de empregos; queda na evolução da produção e nas vendas; reajuste nas tarifas de energia, combustíveis, moeda estrangeira, juros, etc.

Assim, é recomendável atenção a duas significativas premissas fundamentais para a gestão dos negócios:

1- Revisão das práticas e estratégias

2- Foco nas oportunidades

A primeira representa a obrigatória análise, reflexão e adoção de medidas que contribuam para o enfrentamento da situação atual, sem impactos nos custos e nos planejamentos estratégicos estabelecidos.

Um exemplo a ser citado é a contratação de novos empregados, que acarreta o aumento do custo da folha de pagamento e dos encargos sociais, que compreendem um conjunto de despesas mensais com taxas e impostos a serem obrigatoriamente recolhidos ao governo e também para a provisão contábil dos encargos trabalhistas, que envolvem o controle dos custos atinentes ao pagamento de benefícios legais, instituídos por lei e vigentes no país, como férias, FGTS, DSR – Descanso Semanal Remunerado e o 13º salário.

Outra análise necessária às operações desenvolvidas pelos empreendedores recai para a difícil tomada de decisão sobre eventuais demissões. A rescisão de um contrato de trabalho também requer uma prioritária avaliação econômico-financeira, pois são incluídos os custos da rescisão do vínculo empregatício, que englobam 40% do FGTS e demais verbas rescisórias.

Desta forma, todos os empreendedores que mantém empregados em seus negócios devem se preocupar com os valores inclusos nos encargos sociais e trabalhistas, para não incorrerem em problemas maiores posteriormente.

A revisão de práticas e estratégias dos empreendedores merece ocupar um lugar de destaque durante o desenvolvimento de suas atividades e operações.

Na segunda premissa, os empreendedores devem agir, rapidamente e eficazmente, para a busca de alternativas e novos caminhos para a inovação, criatividade e a introdução de novas estratégias para a operacionalização de suas atividades.

Se os tempos são de crise, podem surgir oportunidades para a abertura de novas possibilidades de negócios, bem como para o crescimento e consolidação das operações de empreendedorismo.

Os empreendedores podem e devem refletir sobre suas atividades, trabalhando intensamente para o reforço de suas estratégias, como por exemplo: treinamento de seus empregados; melhoria das formas de atendimento ao cliente; novas formas de divulgação de seus produtos ou serviços; ampliação do número de clientes ou áreas de atuação; reestruturação dos padrões de preço e qualidade oferecidos; reflexão necessária e imediata para questões econômico-financeiras; avaliação de seus fornecedores; redução de despesas; objetividade em seus planos de negócio, etc.

Os tempos são difíceis para todos, mas os empreendedores que implementarem as necessárias revisões de suas práticas e estratégias e manterem o foco nas oportunidades é que poderão obter o sucesso em seus negócios.

Fonte: Du Paulino

Como Se Configura o Vínculo Empregatício

Como Se Configura o Vínculo Empregatício?
A CLT define o empregado no art. 3º como:

“toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste e mediante salário”.

Empregado é o trabalhador subordinado, que recebe ordens, é pessoa física que trabalha todos os dias ou periodicamente e é assalariado, ou seja, não é um trabalhador que presta seus serviços apenas de vez em quando ou esporadicamente.

Além disso, é um trabalhador que presta pessoalmente os serviços.

Desta forma, caracteriza-se o vínculo empregatício, através de 3 formas, presentes simultaneamente:

1) o empregado é sempre uma pessoa física

2) que presta serviços de natureza não eventual a empregador, de forma pessoal, sob a dependência deste e

3) mediante salário.

Na avaliação desses requisitos a lei impõe o exame, principalmente, dos fatos em caso concreto, não sendo decisivo o que tenha sido formalizado por escrito.

Portanto, a inexistência de contrato de trabalho (formal) não descaracteriza a existência do mesmo, bastado que os requisitos estejam presentes na relação entre as partes.

Fonte: Blog Guia Trabalhista

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